Jornal do Incrível
Ex-professora que fez sexo com aluno volta para cadeia | Ex-professora que fez sexo com aluno volta para cadeia |
| 05-Dez-2007 | |
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Uma ex-professora, que se encontrava sob prisão domiciliar após ter se relacionado sexualmente com um estudante de 14 anos de idade, foi presa novamente acusada de violar as condições estabelecidas.
De acordo com o relatório do Departamento de Punições, Debra Lafave discutia sua vida pessoal e outros assuntos em restaurante com uma adolescente, onde as duas trabalhavam. Um dos termos de sua provação judicial determinava a proibição do contato da professora com menores de idade sem supervisão e autorização judiciais. Lafave, de 26 anos, está há três anos sob prisão domiciliar e deve cumprir mais quatro. Ela foi classificada como culpada por manter relacionamento sexual com um garoto dentro da sala de aula e em sua casa, em junho de 2004. Ela foi presa novamente pela manhã da última terça-feira, mas após prometer que estará presente no tribunal, foi liberada da cadeia. A audiência ainda não foi agendada. O advogado de defesa, John Fitzgibbons, demonstrou insatisfação sobre o fato da ordem de prisão de Lafave por um ato que ele denominou como uma “violação insignificante”. Ele ainda disse que Lafave e a jovem mantiveram uma “típica conversa de trabalho entre mulheres.” “Foi apenas um coleguismo dentro do ambiente de trabalho, nem mais nem menos”, assinalou. Um registro sobre a situação de Lafave revela que ela já trabalhou em um restaurante localizado em Tampa até o último mês, quando o oficial responsável por seu caso ordenou que a réu se demitisse. Agora ela é recepcionista da barbearia de sua mãe. Fitzgibbons revelou que ele e sua cliente estavam bastante surpresos com a sentença. “Acredito que ninguém sentiu isso como um grande problema”, acrescentou. A defesa disse também que Lafave teve um bom comportamento durante os dois anos de prisão domiciliar, e que planeja entrar com um pedido para que a pena seja menos restritiva. A condição judicial da ex-professora ainda inclui termos como tratamento sobre sexo criminoso, testes de droga aleatórios e ainda 200 horas de prestação de serviços comunitários. Lafave foi qualificada como culpada por dois tribunais, que a acusaram de agressão libidinosa e perversa, em novembro de 2005. Ela pode ainda pegar 15 anos de prisão por violar sua condição judicial. AP Comentários (0)
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