| Mubarak elogia desenvolvimento econômico e promete melhorar justiça social |
| 14-Nov-2007 | |
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O presidente egípcio, Hosni Mubarak, elogiou hoje as conquistas econômicas alcançadas em seu país no último ano e assegurou que "chegou o momento de distribuir os frutos do desenvolvimento" entre os cidadãos por meio de maior justiça social. Em discurso para as duas câmaras do Parlamento pela abertura do ano legislativo, Mubarak prometeu prosseguir com a liberalização da economia e da política, e conseguir um maior desenvolvimento econômico. "Peço ao Governo e a vocês que esclareçam a aplicação do programa presidencial e dupliquem os esforços para oferecer mais oportunidades de trabalho, para conseguir resultados que o cidadão possa sentir em sua vida diária, para lutar contra a pobreza e para apoiar os menos favorecidos", disse. Mubarak advertiu que a economia nacional enfrenta desafios como "as ondas de inflação no mundo" e a alta dos preços do petróleo e de alimentos em nível internacional. No discurso continuamente interrompido por versos elogiosos que seus simpatizantes recitavam em voz alta, Mubarak destacou as reformas constitucionais aprovadas no ano passado e não mencionou nenhuma nova modificação política para o próximo ano parlamentar. Mubarak pediu ao Executivo que apresente rapidamente ao Parlamento um projeto de lei sobre o uso pacífico de energia nuclear e outro sobre o combate ao terrorismo que substituirá a Lei de Emergência vigente desde 1981. Sobre a segurança nacional, o presidente elogiou o papel das forças armadas na proteção do país e destacou que a segurança do Egito está relacionada com a paz na região. Ele expressou o desejo de que a conferência sobre o Oriente Médio em Annapolis (EUA) "relance negociações de paz sérias dentro de um período de tempo determinado para conseguir uma paz global e justa, e um Estado palestino independente". O presidente desejou que os conflitos no Líbano, Sudão, Iraque e Irã sejam resolvidos, já que "todos afetam a segurança nacional do Egito". No entanto, ressaltou que "o Egito é uma pátria livre, soberana e ninguém pode intervir em nossos assuntos". EFE Comentários (0)
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