Esqueceu a senha? Registe-se aqui
  • Narrow screen resolution
  • Wide screen resolution
  • Auto width resolution
  • Increase font size
  • Decrease font size
  • Default font size
  • default color
  • red color
  • green color

VozDiPovo-Online .::. Cabo Verde e o Mundo

Sunday
Sep 07th
Capa arrow CPLP arrow SÃO TOMÉ: dez partidos lutam pelo poder. Eleições sob o signo do ouro negro
FPSS slide image

UPDATE: A VozDiPovo-Online cala-se

Caro(a) Visitante,

A publicação da VozDiPovo-Online foi descontinuada a 21 de Dezembro de 2007 e estará totalmente offline a 01 de Junho de 2008 e passou para o http://arquivo.vozdipovo-online.com a 20 de Junho de 2008.

...

SÃO TOMÉ: dez partidos lutam pelo poder. Eleições sob o signo do ouro negro
26-Mar-2006

Mais de 79 mil são-tomenses vão hoje às urnas para eleger um novo governo, num dos países mais pobres do mundo, mas onde a luta pelo poder é intensa devido à exploração de petróleo na costa, a qual já começa a ‘jorrar’ milhões de dólares.

No seio da classe política são-tomense, afirma-se, de facto, que quem vencer estas eleições assumirá o controlo das verbas do petróleo, nas quais os são-tomenses depositam a última esperança de ver finalmente o seu país entrar no trilho do desenvolvimento sustentado. Talvez por isso, a campanha eleitoral foi a mais disputada dos últimos 15 anos.

Apesar do colorido dos comícios, onde não faltou música e sobretudo muita cerveja, a campanha foi extremamente pobre na mensagem política. A estas quintas legislativas desde a abertura ao multipartidarismo, em 1990, concorrem dez forças políticas – duas coligações, sete partidos e um movimento cívico – aos 55 assentos da Assembleia Nacional.

Entre elas, duas são apontadas como favoritas: o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe/Partido Social Democrata (MLSTP/PSD, liderada por Guilherme Posser da Costa, no poder) e a coligação Movimento Democrático Força da Mudança/Partido da Convergência Democrática (MDFM/PCD, do presidente da República, Fradique de Menezes).

O terceiro partido com hipótese de vencer é a Acção Democrática Independente (ADI), liderada por Patrice Trovoada, filho do antigo presidente Miguel Trovoada.

Observadores locais admitem que nenhum dos partidos favoritos obterá a maioria absoluta tal como sucedeu nas últimas legislativas, em 2002, em que o MLSTP/PSD conquistou 24 dos 55 lugares que compõem o Parlamento, seguido do MDFM/PCD com 23, e a coligação Uê-Kedadji (‘Luz do Dia’, em dialecto são-tomense), então integrada pela ADI, com os restantes oito lugares no Parlamento.

Ao contrário do MLSTP/PSD, que apresenta o líder do partido Guilherme Posser da Costa e da ADI, com Patrice Trovoada, a coligação MDFM/PCD só avançará com um nome para o cargo de primeiro-ministro depois de conhecidos os resultados das eleições. O líder da referida coligação, Tomé Vera Cruz, admitiu que a escolha do chefe de governo vai depender do aval do presidente da República, Fradique de Menezes.

‘COMPRA DE VOTOS’

Durante a campanha, além da troca de acusações, o fenómeno do ‘banho’ (candidaturas dão dinheiro ou bebidas ao eleitor para a ‘compra’ do voto) esteve em destaque. O ‘banho’ – que passou a fazer parte do cenário político desde as legislativas de 1998 e 2001 e presidenciais de 2001 – está tão enraizado, que grande parte do eleitorado exige prendas em dinheiro ou bens para ir votar. A situação chegou a um ponto, que não se percebe se são os partidos que se aproveitam dos eleitores ou pelo contrário, se são os eleitores que exercem chantagem sobre as candidaturas.

OS PRINCIPAIS CANDIDATOS A PRIMEIRO-MINISTRO

POSSER DA COSTA

O líder do MLSTP/PSD, Guilherme Posser da Costa, já afirmou que será o primeiro-ministro, caso o partido vença as eleições. Neste sentido, Posser definiu como prioridade a “estabilização da economia para criar condições ao investimento nacional e estrangeiro, boa política fiscal e controlo da moeda, assim como o relançamento da agricultura e aposta no turismo”.

TOMÉ VERA CRUZ

O líder da coligação MDFM/PCD, Tomé Vera Cruz, que reconheceu que, se vencer o escrutínio, o nome do chefe do governo será indicado pelo presidente Fradique de Menezes, o mentor da coligação, promete “o combate à pobreza, melhoria das infra-estruturas do país, reconstrução de estradas, fornecimento de água potável, saneamento básico e apoio aos pequenos agricultores”.

PATRICE TROVOADA

O líder da ADI, Patrice Trovoada, que será primeiro-ministro, caso ganhe as eleições, defende “um governo mais próximo das pessoas para restituir a confiança entre a população e os governantes, combate à pobreza, água potável, saúde, transportes, habitação, saneamento e ainda a captação de investimento, criação de um bom clima de negócios e estabilidade política”.

Correio da Manhã - www.correiomanha.pt

Comentários (0)Add Comment

A VozDiPovo-Online quer saber a sua opinião sobre esta notícia. Comente
Os comentários são escrutinados, sendo excluí­dos todos os conteúdos racistas, xenófobos, difamatórios e atentatórios da boa imagem dos visados. Antes de deixar o seu comentário, registe-se aqui. É rápido e gratuito. Se já está registado, clique na "Área do Membro" situada no topo desta página.

busy
 
CAN 2008

Inquérito

Novo embaixador pediu "mais contenção" em relação a Luanda
 

Saiba mais...

Conferência de Bali
Eleições nos EUA
CV - EU
Guiné-Bissau
Darfur
o mapa das ditaduras pelo mundo

RSS Zone

RSS
RSS FeedBurner

CABO VERDE »»

Cabo Verde

SELECÇÃO NACIONAL »»

Selecção Nacional

GIGAVOZ »»

GigaVoz

OPINIÃO FORMADA »»

Opinião Formada

SUDOKU »»

Sudoku