| Centro Cultural Português comemora Dia da Cultura Cabo-verdiana |
| 08-Out-2007 | |
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Por ocasião do Dia da Cultura Cabo-verdiana, o Centro Cultural Português/Instituto Camões preparou um programa de comemorações com a realização de dois concertos, que trarão ao Auditório do CCP/ICA dois intérpretes – um português e um cabo-verdiano – de grande qualidade.
O programa abre no dia 16 de Outubro, às 19h00, com um recital de piano pelo pianista português José Bon de Sousa, que executará três sonatas e a sinfonia em Fá Maior do compositor português Carlos Seixas, uma sonatina de Armando José Fernandes, uma composição do maestro Fernando Lopes Graça e a Sonata nº 3, Op.58 , em si menor de Frederic Chopin. Do percurso deste pianista nascido em Lisboa e professor na Escola de Música do conservatório Nacional de Lisboa, destaca-se o estudo que efectuou na Áustria, com Leonid Brumberg, tendo igualmente realizado cursos de aperfeiçoamento com Helena Sá e Costa e Tatyana Nicolaieva, em Salzburgo, e Jorg Demus, Palanicek e Sequeira e Costa, em Lisboa. Ao longo da sua carreira de pianista, apresenta-se em recitais a solo, tendo participado em diversos Festivais Internacionais. Efectuou tournées na Europa, Estados Unidos da América, China e Índia. Em 1997 gravou um CD de obras para piano de Francisco Lacerda “Treinte-six histoires pour amuser les enfantes d’un artiste”. Em parceria com João Pereira Coutinho, gravou o CD “Encontro”, com obras do séc.XX, para flauta e piano e em 2005 o CD . Brevemente será lançado “Carlos Seixas… em Piano”, com obras deste compositor. Já no dia 18 de Outubro, Isa Pereira, considerada uma das novas vozes revelação da nova geração de jovens talentos e com forte trabalho desenvolvido na área da música tradicional de Cabo Verde, estará em concerto a partir das 19h00 Inspirando-se nas douradas e misteriosas dunas da ilha da Boa vista, terra de seus familiares, Isa Pereira irá apresentar uma variedade de ritmos cabo-verdianos, associados a influências de outras expressões culturais que, no decurso da história, foram ganharam raízes próprias nas ilhas e nelas se transformaram, numa pluriculturalidade que é marca da “kriolidade” do arquipélago. Comentários (0)
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