| Comité Olímpico Internacional quer apagar Marion Jones da História |
| 10-Out-2007 | |
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Marion Jones já entregou as cinco medalhas conquistadas em Sydney mas a "batalha" do Comité Olímpico Internacional (COI), que conta com a colobaração da Federação Internacional de Atletismo, contra a norte-americana só agora começou.
O próximo passo passa por apagar dos registos todos os recordes da norte-americana, que poderá ser obrigada a devolver (dinheiro incluído) tudo o que conquistou durante a carreira. Marion Jones, que reconheceu o recurso ao doping de Setembro, deverá ser também proibída de participar em futuros Jogos Olímpicos sejam em que papel for. O COI estuda agora o que fazer com as cinco medalhas conquistadas nos Jogos Olímpicos de Sydney por Marion Jones. Marion Jones já devolveu (anteontem) as cinco medalhas conquistadas nos Jogos Olímpicos de Sydney’2000 mas terá ainda de entregar os 100 mil dólares (cerca de 71 mil euros) recebidos, a título de prémios, na sequência desses galardões olímpicos. A atleta americana que, na passada sexta-feira, confessou, perante um juiz de Nova Iorque, a toma de produtos dopantes entre 1999 e 2003, procedeu na segunda-feira, através do advogado, à entrega das medalhas ao Comité Olímpico Americano (USOC), o qual as fará chegar ao Comité Olímpico Internacional, em Lausana. Mais difícil será a devolução dos prémios monetários angariados ao longo desses anos, pois a situação financeira da atleta parece não ser famosa. Segundo a agência americana antidoping (USADA), a atleta deverá ver anulados todos os resultados obtidos a partir de Setembro de 2000, o que implicará a perda dos títulos mundiais de 200 m e comprimento de Edmonton’2001. Thanou em silêncio Uma das consequências da devolução das medalhas poderá ser a entrega de uma delas – a de ouro dos 100 m, a mais apetecida! – à grega Ekaterina Thanou, também há muito fortemente suspeita de utilização de produtos dopantes e que cumpriu dois anos de castigo por sucessivas faltas a controlos antidoping antes dos Jogos de Atenas’2004, chegando mesmo a inventar, como justificação, um acidente de moto, com o seu companheiro de treino (e de faltas a controlos) Kostas Kentéris. Um advogado, que se passou por seu representante, já afirmara que a atleta se julgava merecedora dessa medalha olímpica dos 100 m, mas outro causídico já veio desmentir. Segundo um comunicado difundido, Khanou não quer, para já, pronunciar-se sobre o caso. Mais pacífica será a entrega da medalha de bronze a Merlene Ottey que deve conseguir a 23.ª medalha (esta de bronze) entre Jogos (seria a 9.ª… mas nenhuma de ouro) e Mundiais (14). A atleta jamaicana, que se naturalizou eslovena, continua a competir aos 47 anos (!) e esteve no recente Mundial de Osaca, sendo quarta na eliminatória (com 11,64). Record - http://www.record.pt Comentários (0)
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