| Fórmula 1: Contradições e contestações; Hamilton quer vencer na pista |
| 23-Out-2007 | |
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Fim de prova. Raikkonen campeão até às 18h45. Aviso de investigação à gasolina do quarto, quinto e sexto. Apostas e correria pela notícia. Às 20h35 a informação de que não haveria punição.
A sala de imprensa estourava com 350 jornalistas de todo o Mundo. Hamilton janta com 50 pessoas na churrasqueira Fogo de Chão, Raikkonen deixa o circuito num Fiat Stilo de 25 mil euros. 21h47: o comunicado da FIA indica que tudo fica como estava. E admite também que a aferição da temperatura ambiente exibida nos monitores da FOM é pouco confiável. Raikkonen sai do hotel depois das 22. Festeja e volta às 6 da manhã. A McLaren ainda contesta. Confirmação pode demorar cerca de 15 dias Kimi Raikkonen poderá ter de esperar cerca de 15 dias pela confirmação do título de pilotos de Fórmula 1 devido ao recurso apresentando pela McLaren contra a decisão da FIA de não penalizar os carros de Williams e BMW. “A McLaren vai apresentar os seus argumentos ao Tribunal de Apelação da FIA, que deverá deliberar dentro de 15 dias”, disse, à Lusa, António Vasconcelos Tavares, um dos três membros do colégio de comissários do GP do Brasil. “O facto de se poder mexer na classificação pesou [na decisão] mas, quando analisámos os factos, pusemos isso de lado. Vimos os novos elementos apresentados pela McLaren e decidimos que nada havia de novo”, revelou ainda Vasconcelos Tavares. Lewis Hamilton: «Quero ganhar na pista» Lewis Hamilton, da McLaren, afirmou ontem que preferia ter conquistado o título mundial de pilotos na pista e não na secretaria, semanas mais tarde, como pode acontecer se a Federação Internacional do Automóvel (FIA) considerar procedente o recurso da escuderia britânica na sequência de possíveis irregularidades na gasolina utilizada pela Williams e BMW-Sauber no Grande Prémio do Brasil. "Seria errado. Para mim, quero ganhar na pista. Você quer alcançá-lo [o título] em estilo, quer ganhar a corrida, quer vencer a disputar a liderança ou algo mais numa corrida. Subir lugares porque algumas pessoas foram desclassificadas não é como pretende consegui-lo", afirmou. Lewis Hamilton, que no contacto com os jornalistas, ainda em São Paulo, não escondia os efeitos da longa noite passada numa festa da McLaren, sublinhou ainda que não seria justo retirar o título ao finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari. "Seria estranho depois do bom trabalho feito pelo Kimi nas últimas duas corridas. Ele venceu ontem e, se lhe fosse retirado o título, seria um pouco cruel e, provavelmente, não seria bom para o desporto", defendeu o jovem piloto britânico. Favorito para conquistar o título no seu ano de estreia na Fórmula 1, já que chegou à última corrida da temporada à frente da classificação de pilotos, Lewis Hamilton terminou o GP do Brasil no sétimo lugar e acabou por ser ultrapassado por Kimi Raikkonen na luta pelo título. Com uma eventual desclassificação dos carros de Nico Rosberg, Robert Kubica e Nick Heidfeld, no entanto, Hamilton subiria ao quarto lugar na prova brasileira e, com isso, conquistaria o campeonato. Record - http://www.record.pt Comentários (0)
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