Esqueceu a senha? Registe-se aqui
  • Narrow screen resolution
  • Wide screen resolution
  • Auto width resolution
  • Increase font size
  • Decrease font size
  • Default font size
  • default color
  • red color
  • green color

VozDiPovo-Online .::. Cabo Verde e o Mundo

Wednesday
Jan 07th
Capa arrow Desporto arrow Mundial 2006: Portugal 2-0 Irão. Lusitanos apurados
FPSS slide image

VDP-OL em reformulação

Caro visitante,

Estamos em processo de remodelação e reformulação. Esperamos ser breves.

Atentamente,

Amílcar Tavares.

...

Mundial 2006: Portugal 2-0 Irão. Lusitanos apurados
18-Jun-2006
Portugal está nos oitavos-de-final do Campeonato do Mundo. A Selecção Nacional venceu o Irão, por 2-0, e discute agora apenas a posição que ocupará no Grupo D, no jogo com o México. Scolari continua sem perder, já lá vão 16 jogos sem conhecer o sabor amargo da derrota. A exibição não foi brilhante, mas também não podia sê-lo contra um adversário que pouco deixou jogar. Não foi nem teve de sê-lo. Para a história fica o resultado e a passagem à fase seguinte.
Scolari voltou a «enganar» os jornalistas, apresentando um meio-campo diferente do que se perspectivava. O seleccionador trabalhou com Costinha e Petit, mas o benfiquista perdeu o lugar para Maniche. Ainda se equacionou que Cristiano Ronaldo ficasse no banco, por ter apresentado cansaço muscular e a sua prestação frente a Angola ter sido fraca. No entanto, e talvez porque o seleccionador do Irão se mostrou tão certo de que não ia actuar, Scolari incluiu-o na equipa. O camisola 17 «agradeceu» ao mister, proporcionando alguns momentos de bom futebol e jogadas de perigo.

Assim, exceptuando a troca de Jorge Andrade (lesionado) por Meira, este foi o onze que da final do Euro-2004, frente à Grécia, e que o brasileiro voltou a testar no particular frente ao Luxemburgo (3-0).

Ivankovic afirmou que colocaria o mesmo onze que actuou frente ao México. No entanto, tal como Scolari, o treinador trocou as voltas aos jornalistas e acabou por abdicar de um avançado. Ali Daei, um dos atletas mais experientes da equipa, apresentou problemas físicos e ficou no banco. O croata acabou por meter Karimi, um médio ofensivo, a jogar mais solto na frente com Hashemian, mas a dupla pouco pôde fazer. A missão era segurar, travar os portugueses, usando muitas vezes das entradas em falta.

67 por cento de posse de bola para Portugal e 33 para o Irão são dados que espelham o que foi a primeira parte da partida. A formação das quinas entrou mais forte e com vontade de atacar, mas cedo esbarrou contra o bloco defensivo montado pelos iranianos, que estavam preparados para jogar mais atrás, apostando no contra-ataque.

A superioridade das individualidades portuguesas esteve sempre patente. Ainda tentaram jogar, mas o Irão entrou para «destruir» jogo. As oportunidades de golo para o adversário foram nulas. Assustaram num lance ou outro, mas nada que fizesse tremer a defesa portuguesa. Pressionaram numa fase da primeira parte, mas Ricardo não teve trabalho. Os seus companheiros conseguiram cortar as jogadas iranianas antes que a bola chegasse ao seu reduto.

Já Deco, Cristiano Ronaldo e Miguel tiveram o golo nos pés. Faltou pouco, mas não é isso que importa. A verdade é que, mesmo atacando mais e jogando melhor, Portugal chegou ao intervalo com um empate sem golos.

Golos só na segunda parte, Portugal «mais perto do céu»

O começo da segunda parte deixou a sensação de que pouco ou nada ia mudar. Portugal assumiu o jogo e o Irão lá foi cortando jogo. Era preciso um golo que teimava em não parecer e que os portugueses já mereciam. Aos 53 minutos Pauleta quase fez o bonito, com um toque de calcanhar. Dois minutos depois foi Cristiano Ronaldo a ameaçar. Mas o melhor estava guardado para o minuto 63. Figo deu para Deco que, de primeira, rematou certeiro. Grande golo. Grande festa entre os adeptos portugueses, que estiveram em minoria no estádio de Frankfurt.

Cinco minutos depois os portugueses estremeceram, perante a perspectiva de Khatibi marcar. Aos 77 novo susto para a baliza de Ricardo, que defendeu o remate de Hashemian. Daí nasceu o segundo golo português. Contra-ataque rápido e falta sobre Figo na área. O árbitro não teve dúvidas e assinalou penalty. Cristiano foi chamado a converter e não falhou.

O 2-0 sossegou Portugal, embora o Irão ainda tentasse reagir. Talvez este golo tenha sido também importante para que Ronaldo reconquiste confiança e calma. No final cantou-se «Força» (de Nelly Furtado) nas bancadas, o hino do Euro-2004. Portugal fica «mais perto do céu».

MaisFutebol - www.maisfutebol.iol.pt
Comentários (0)Add Comment

A VozDiPovo-Online quer saber a sua opinião sobre esta notícia. Comente
Os comentários são escrutinados, sendo excluí­dos todos os conteúdos racistas, xenófobos, difamatórios e atentatórios da boa imagem dos visados. Antes de deixar o seu comentário, registe-se aqui. É rápido e gratuito. Se já está registado, clique na "Área do Membro" situada no topo desta página.

busy
 
CAN 2008

Inquérito

Novo embaixador pediu "mais contenção" em relação a Luanda
 

Saiba mais...

Conferência de Bali
Eleições nos EUA
CV - EU
Guiné-Bissau
Darfur
o mapa das ditaduras pelo mundo

RSS Zone

RSS
RSS FeedBurner

CABO VERDE »»

Cabo Verde

SELECÇÃO NACIONAL »»

Selecção Nacional

GIGAVOZ »»

GigaVoz

OPINIÃO FORMADA »»

Opinião Formada

SUDOKU »»

Sudoku