| Comércio informal no Sal: Vendedeiras ambulantes desafiam as autoridades |
| 18-Jul-2007 | |
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À busca de melhores condições de vida algumas pessoas viram a ilha do Sal uma alternativa para os seus negócios. Desta feita, a ilha vem conhecendo um rápido crescimento caracterizado, particularmente, por uma migração interna de gente de outras ilhas e de uma imigração a partir da Costa Ocidental da África e mesmo europeia sem falar da presença chinesa e da proliferação de suas lojas.
Por outro lado, a venda ambulante de bananas e outros produtos na ilha, é um meio de subsistência para cerca de quase 20 naturais de Santiago, na sua maioria jovem, que ocupam os passeios da principal rua da Preguiça, enquanto o mercado municipal encontra-se às moscas. Uma ou duas pessoas é que ali vendem. O código de postura municipal deve ser respeitado e aplicado. Entretanto, as vendedeiras ambulantes teimam em desafiar as autoridades, tanto a equipa de fiscalização da Câmara Municipal do Sal como a Polícia Nacional (PN), expondo os seus produtos ao longo dos passeios no centro da vila dos Espargos, o que dá um mau aspecto. E, quando avistam um agente desatam a fugir com as banheiras à cabeça, entre as pessoas e por tudo quanto é lado: “isso é uma perseguição”, dizem ainda praguejando. O edil salense reconhece que a questão das vendedeiras ambulantes é um problema que vem afectando a sociedade cabo-verdiana de uma forma geral. No Sal, conforme aquele autarca, essa situação, vai ser debelada com políticas, nomeadamente a construção em curso do mercado municipal, em Santa Maria. Em relação ao mercado municipal dos Espargos que se encontra às moscas, enquanto as pessoas vendem na rua, Jorge Figueiredo diz isso significar “falta de exercício da autoridade”. Com efeito, anuncia que vão ser realizados encontros sistemáticos com a PN para que os seus agentes sejam munidos de instrumentos e orientações muito claras em relação a essa matéria. Inforpress - www.inforpress.cv Comentários (0)
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