| Levantada proibição de tomar banho em duas praias da capital |
| 15-Jun-2007 | |
|
A delegação de Saúde da Cidade da Praia suspendeu hoje a interdição de frequentar as praias de Quebra Canela e Prainha, imposta há uma semana devido à poluição. Há dez dias, a delegação de Saúde interditou as praias dos arredores da capital por estarem contaminadas com coliformes fecais, resultantes da descarga no mar dos esgotos da cidade. Segundo a delegação de Saúde do principal centro urbano do arquipélago, as praias de Gambôa, Prainha, Quebra Canela e Praia Negra deveriam ser evitadas por estarem a ser contaminadas por esgotos a céu aberto. Hoje foi levantada a interdição, mas somente para as praias de Quebra Canela e Prainha. A decisão, de acordo com o delegado de saúde, José da Rosa, deve-se ao facto de, neste momento, não haver vazamento de esgoto e nem contaminação em Prainha e Quebra Canela. Embora os resultados das análises ainda sejam provisórios, José Da Rosa afirmou que os banhistas podem frequentar as duas praias de forma segura. "Já cessou o vazamento das águas de esgoto na zona da Gambôa e não havendo neste momento uma contaminação real das águas, pensamos que já há melhores condições das praias para que possam ser frequentadas, mas continuaremos a fazer o controlo destas duas praias", explicou. José da Rosa afirmou que a reparação do vazamento na Gambôa foi feita há uma semana mas ainda há água acumulada na zona. Por isso a proibição de utilização desta praia ainda continua, bem como da Praia Negra. "A reparação na Gambôa foi feita há uma semana. Não há mais vazamento mas ainda há água acumulada na zona da Gambôa. Já a Praia Negra há um vazamento constante e claro que continua a interdição efectiva desta Praia", recomendou. As autoridades sanitárias prometem um controlo efectivo das praias da capital, nomeadamente durante todo o Verão, quando haverá análises quinzenais às águas para verificar o nível de contaminação. Esta foi a segunda vez num mês que as praias da capital cabo-verdiana foram poluídas. Em Maio último, a proibição deveu-se a resíduos não tratados que foram derramados no mar, numa altura em que se realizavam obras na Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), pertencente à empresa de água e energia Electra. Por isso, José da Rosa apelou aos responsáveis da empresa para que tomem todas as providências para que não haja mais descargas para as praias da capital. Notícias Lusófonas - www.noticiaslusofonas.com Comentários (0)
![]() A VozDiPovo-Online quer saber a sua opinião sobre esta notícia. Comente
Os comentários são escrutinados, sendo excluídos todos os conteúdos racistas, xenófobos, difamatórios e atentatórios da boa imagem dos visados. Antes de deixar o seu comentário, registe-se aqui. É rápido e gratuito. Se já está registado, clique na "Área do Membro" situada no topo desta página.
|
| Quem Somos |
| Equipa |
| Estatuto Editorial |
| Regulamento Redactorial |
| Termos de Utilização |
| Ajuda |
| Fale Connosco |
| Mapa do Site |
| Pesquisa Avançada |