| Protecção Civil promete «mão pesada» em matéria de fiscalização a partir de 2008 |
| 28-Nov-2007 | |
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O chefe do Serviço Nacional de Protecção Civil (SNPC), o tenente-coronel, Alberto Fernandes, anunciou hoje a criação em 2008, de uma Direcção de Inspecção de Protecção Civil para controlar as normas de conduta e utilização de equipamentos obrigatórios em locais públicos, tais como restaurantes, bares, discotecas e outros sectores.
Conforme aquele responsável, com o novo figurino, anunciado recentemente pelo ministro que tutela o sector, muita coisa vai mudar, pois, a legislação a ser revista irá incluir leis antes ausentes, o que implica o surgimento de «medidas punitivas» para instituições como hospitais e estabelecimentos escolares. Alberto Fernandes, considerou, entretanto, «bastante positivo» e «proveitoso», os debates levados a cabo no atelier sobre o «Lançamento da Plataforma Nacional para Redução dos Riscos de Catástrofes de Cabo Verde», que decorre desde ontem na Praia. Conforme frisou, o tema mais concorrido foi a questão dos Tsunamis, um fenómeno que pode acontecer no país, particularmente, nas ilhas do Sal, Maio e Boa Vista, por serem as ilhas menos acidentadas e com características mais adequadas para serem alvo desta calamidade. «Com esses debates, o SNPC vai recolher todos os subsídios necessários para elaborar a sua plataforma nacional. Aliás, ontem, o ministro da Administração Interna anunciou algumas medidas a serem implementadas, proximamente», indica. Todavia, Fernandes adiantou que o SNPC vai ser estruturado em novos moldes, apostando numa outra forma de serviço e passando a dispor de equipamentos de qualidade para fazer frente aos problemas que possam surgir Segundo referiu, com a nova estruturação, o SNPC vai passar a ter uma equipa específica que responde por uma eventual erupção vulcânica e uma unidade que irá ocupar-se de medidas preventivas em vista à diminuição de riscos em acidentes de viação. São duas estruturas que ficarão interligadas a nível nacional e local. Alberto Fernandes falou ainda do relacionamento do SNPC com as Câmaras Municipais, explicando que, nalguns casos, já existem protocolos de cooperação com os municípios. «Temos um projecto com Santo Antão no valor de 30 mil contos, que incide especificamente no Planalto Leste, e, com a Associação Nacional dos Municípios de Santiago, assinamos um protocolo no valor de 70 mil contos para aquisição de 11 veículos de combate a incêndios», precisou. Inforpress - www.inforpress.cv Comentários (0)
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